De acordo com a Compesa, o volume baixo não consegue mais ser captado pela rede, passando a suprir apenas os carros-pipa. A estimativa é de secar totalmente em 45 dias. Os veículos são a única alternativa para levar água ao comércio e residências. A companhia conta com investimentos em estações e adutoras, na ordem de R$ 80 milhões, mas que só devem despontar no fim de 2017.
Hoje 10 veículos atendem a cidade, incluindo também as escolas. Outros veículos já estão em fase de contratação para dobrar esse número. A frequência de viagens também será ampliada, passando de duas para quatro vezes ao dia, de acordo com o gerente regional Gilvandro Silva.
O colapso também está presente em municípios como Surubim e Belo Jardim, além de Sanharó, Tacaimbó e São Bento do Una. Vista como uma alternativa enquanto a Adutora do Agreste não sai do papel, a Adutora do Moxotó vai possibilitar o bombeamento de até 450 litros de água por segundo da transposição do rio São Francisco para 325 mil beneficiados.
FolhaPE